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            Iniciaremos nossa reflexão sobre o difícil tema que envolve o sofrimento do cristão, tendo em vista o texto de João 16:33 em que Jesus  diz: “...no mundo terei aflições...”. Apesar de o versículo terminar dizendo para “termos bom ânimo porque Ele venceu o mundo”, nós seres humanos temos sérias e grandes dificuldades para encararmos tal verdade com maturidade espiritual, visto que nossa visão humana limitada insiste em se sobrepor à espiritual, chegando a negar a possibilidade de qualquer sofrimento em nossa vida terrena.

            Nosso Pai Celestial, como sua própria palavra diz, “sonda nossos corações” e conhece nosso profundo ser. Identifica nossos traços de personalidade em seus mínimos detalhes e sabe de todas as nossas dores, sofrimentos, angústias e os recursos psíquicos que temos para enfrentá-los. Ele não só nos conhece pelo nosso nome, mas pelo nosso “jeito de ser”.

            Já parou para pensar que há um Deus todo poderoso e amável que te conhece com tal magnitude e plenitude?  Talvez seja mais comum ouvirmos essa característica Divina como um meio de Deus vigiar, julgar e punir seus filhos, como dizia a velha canção: “cuidado pezinho aonde pisa... cuidado olhinho o que vê...; o salvador do céu está olhando pra você, CUIDADO!”. Se repararmos, algumas palavras estão no diminutivo por se tratar de uma música infantil e, além disso, a própria letra da música informa que é “o Salvador do céu” quem exerce o papel julgador. O Deus de amor de I João 4:8 e o Aba Pai de Gálatas 4: 6 e 7 não pode ser jamais esquecido, não se trata de um Deus diferente, ele é o mesmo de ontem, hoje e de amanhã.   

            É comum ouvirmos em nosso meio de que o crente não pode ficar triste, não pode ficar desanimado, não pode ficar cansado, não pode “aceitar” doenças (principalmente as psíquicas como a depressão), não pode passar por problemas financeiros e que nós devemos necessariamente ser prósperos e abastados materialmente. Tais questões não são admitidas nem circunstancialmente. Como se não bastasse, observamos o retorno da antiga demonização das moléstias e mazelas humanas como coisas do tipo: espírito de pobreza, de inveja, de doença, de tristeza, de depressão, de falta de fé e etc. Qualquer problema a enfrentar pode ser espiritualizado, deslocando-o para uma dimensão inalcançável para o homem e nos tornando totalmente passivos. É só imaginar uma dificuldade e colocar “espírito de...” na frente.

            Podemos ficar tristes em dados momentos, alegres em outros... E a Bíblia nos fundamenta através da vida de homens de Deus e de seu próprio filho Jesus, de que o crente não é um “super-homem”, estando sujeito a passar tribulações. O inimigo, por sua vez, ganha gratuitamente méritos e poderes que ele próprio biblicamente não tem, e serve como o “bode expiatório” perfeito para lhe responsabilizar por muitos dos atos e/ou consequências de nossos maus feitos ou das múltiplas intempéries naturais da vida. É claro que ele está sempre procurando a quem possa tragar, mas a palavra também nos diz que “nada poderá nos separar do amor de Deus” (Rom.8: 35-39) e que o Espírito Santo de Deus, que habita em nós (I Co 3:16)  nos protege das investidas do inimigo conforme nossa comunhão com Deus (Tiago 4:7 e I João 5:18).

            Uma das piores consequências para os servos de Deus quando esses conceitos lhes são introjetados, é uma implacável culpabilização por não conseguirem sustentar essa existência perfeita tanto física quanto mental. É um fardo pesado demais que qualquer criatura humana possa suportar. Automaticamente, quando um desses sentimentos como cansaço, tristeza ou doenças acometem um crente, ele é confrontado com aquelas qualidades do “super-homem”, levando-o a sentir-se ainda mais diminuído, culpado, fraco, com falta de fé, incrédulo ou portador de algum pecado escondido que nem ele mesmo conhece.

            A culpa, sem sombra de dúvida, tem dificultado gravemente a vida do crente, pois qualquer problema, seja ele grande ou pequeno, torna-se “inadmissível” para um servo de Deus. Até mesmo a sabedoria e soberania do Pai são postas à prova, quando nós é que “determinamos” todos os nossos passos e as ações do Espírito Santo sobre a nossa vida.  Saímos da posição de filhos, de servos e de submissão ao Pai. Dessa maneira, fica difícil admitir que uma situação negativa de qualquer natureza possa ter a permissão de Deus para o nosso próprio crescimento, mesmo lendo “que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que o temem” (IICor.7:9-10 e Rom. 8:28).

 Aceitar a possibilidade de aflições é viver sob os cuidados e a vontade de Deus. Ele sabe das nossas limitações de modo individual e está pronto a nos ouvir e a nos sustentar em toda e qualquer tempestade que possa nos surpreender nessa existência finita e falha. Re-conhecer, aceitar, respeitar e trabalhar nossas limitações particulares não é uma tarefa fácil, mas Deus está pronto a nos ajudar nessa caminhada para que tenhamos um progressivo crescimento espiritual e com saúde emocional.

É interessante notar que o fato de sermos falhos e/ou limitados reforça a necessidade da nossa total dependência de Deus. Quanto menos nos achamos autossuficientes, mais estaremos próximos do Altíssimo, pois “somos vencedores POR Cristo”.

Re-conhecer nossa natureza humana não significa fraqueza, mas como já dissemos, implica em reconhecer nossa dependência e que a vitória é alcançada por Cristo Jesus, não por mérito pessoal. Aceitá-la, nos torna humildes perante Ele, dependentes dEle, e confiantes nEle de que nossas necessidades serão supridas. Respeitar e trabalhar as limitações da existência humana, além de tudo o que já foi dito, nos remonta a ideia de que Deus está no controle de nossas vidas e que Ele tem preciosos instrumentos para nos auxiliar no trato com nossas questões limites.

Anteriormente, falamos em instrumentos, mas como Deus instrumentaliza esse auxílio? Como Ele age? Dizer que Ele trabalha de uma maneira ou de outra, é um engano, pois Ele é infinito assim como todas as suas possibilidades de suas ações. Nesse texto reflexivo, chamamos a atenção para uma das ferramentas mais utilizadas para o manejo das falhas da máquina humana: os profissionais de saúde.

Sabendo que nosso corpo é templo do Espírito Santo (I Co 3:16), não podemos deixar de cuidá-lo com todo capricho e seriedade. Nosso corpo e mente sofre com as múltiplas agressões, de diversas naturezas, pertencentes a este mundo e que podem causar lesões a serem remediadas. É aí que entram profissionais praticantes de uma ciência desenvolvida e permitida por Deus, como são os médicos do corpo e da mente, psicólogos, fisioterapeutas, dentistas, remédios, cirurgias, etc.. Dizer que não precisa de nenhum profissional destes, é semelhante dizer que não precisa de um professor para ser alfabetizado. A tecnologia em seu âmbito geral é um presente de Deus e um instrumento em suas mãos. È interessante observarmos que ao mesmo tempo em que ás vezes negamos a possibilidade do uso Divino de tais instrumentos, usamos carros modernos, nos comunicamos por email e celulares multifuncionais, possuímos avançados equipamentos de multimídia e som nas igrejas, lemos a Bíblia on line,  etc.

 Meditando na palavra de Deus, vemos que Jesus se apresentou profundamente triste com a morte de seu ente querido Lázaro e que chorou em público de maneira intensa e de chamando a atenção dos fariseus para o seu profundo sofrimento pela perda do amigo. O momento era de uma tristeza aguda, a exemplo de muitos episódios os quais passamos ao longo de nossa vida. Aquilo não era depressão de Jesus, pois Ele não estava doente, e sim a manifestação de um sentimento humano.

(ver texto em: João 11: 1 – 44).

            Outro exemplo simples de que nosso corpo é naturalmente limitado enquanto vivemos neste mundo, foi que Jesus se sentiu cansado, com fome e sede em João 4: 4 – 6; a fadiga de Paulo com tanto trabalho missionário em II Tes. 6: 8; o profundo sofrimento de Pedro em Lucas 22: 62 e tantos outros homens de Deus que passaram por lutas e provações, das mais simples as mais intensas, mas que não deixaram de testemunhar da provisão e sustentação dEsse Deus maravilhoso, nos deixando seus exemplos de vida para serem seguidos.  

         Jesus teve de passar por tudo o que passou, para tirar nossa culpa e nos dar vida pela graça, apesar de todas as tormentas que passamos desse mundo. Apesar de avisar que passaríamos por tribulações neste mundo, Ele disse que tal mundo perverso já foi vencido e que estaria conosco até a sua volta e onde haveria o fim completo de todos os nossos males. E não só isso, nos conforta de modo maravilhoso com a promessa de nos dar sua paz única, plena e verdadeiramente eterna até o nosso grandioso e aguardado encontro eternal (João 14: 27 e I Ts 4:17 e 18). Aí sim, iniciaremos nossa vida perfeita e sobre-humana.


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94,1% são reprovados no Revalida de 2013

                 No ano que o governo criou o Mais Médicos e liberou profissionais do programa de revalidar seus diplomas no Brasil, o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) registrou o pior índice de aprovação desde que foi instituído pelos Ministérios da Educação e Saúde: apenas 109 dos 1851 inscritos no Revalida foram aprovados - o que representa 5,9% do total.

                (...) O Revalida, destinado a médicos estrangeiros interessados em trabalhar no Brasil e por brasileiros que tenham obtido seus diplomas no exterior, é aplicado anualmente desde 2011. Entretanto, OS PROFISSIONAIS RECRUTADOS NO EXTERIOR PARA TRABALHAR NO PROGRAMA MAIS MÉDICOS NÃO PRECISAM FAZER O REVALIDA- facilidade criticada por entidades médicas desde que a ideia do programa foi apresentada.

                "O resultado desse exame vem comprovar a efetiva necessidade de que o Revalida seja aplicado aos profissionais que vão atuar no Mais Médicos, pois pelo baixo índice de aprovação se ratifica que os que não passaram estão inaptos para exercer a medicina no Brasil", alerta a o 1º secretário do Conselho Federal de Medicina, Desiré Callegari. Para o CFM, a não exigência do Revalida expõe a população brasileira a riscos desnecessários e é uma forma discriminatória com a população assistida pelo programa, que será atendida por um médico estrangeiro não avaliado pelos critérios brasileiros.

                No Canadá é preciso um diploma médico obtido em uma faculdade listada no diretório da Organização Mundial da Saúde (OMS) e aprovação nos exames nacionais do Conselho Médico do Canadá. Vale ressaltar que "o médico precisa ser qualificado para a prova, o que requer pelo menos uma residência médica ou equivalente no Canadá", diz o médico brasileiro Saulo Castel, licenciado no país desde 2008.

                Na França é necessário seguir o Procedimento de Autorização de Exercício (PAE) destinados a médicos diplomados fora da França e ainda trabalhar durante três anos em um serviço público de saúde, período no qual suas práticas profissionais são avaliadas.

                O médico estrangeiro que deseja trabalhar nos Estados Unidos precisa começar tudo de novo. Não importam os títulos e certificados que leve de seu país, nem a experiência que carrega: todo o candidato deve passar por uma bateria de exames e fazer uma nova residência, que pode consumir de três a cinco anos.

                Em um artigo publicado em janeiro no jornal Folha de São Paulo, o oncologista afirma que o médico, sozinho, melhora muito pouco a saúde da população. “Faltam hospitais de referência, faltam condições para atender essas pessoas e encaminhá-las para os locais que possam fazer o atendimento aos casos mais complexos.” Para ele, o tom de promoção do Mais Médicos soa DEMAGÓGICO, ESPECIALMENTE POR “COINCIDENTEMENTE TER SIDO LANÇADO EM PERÍODO PRÉ-ELEITORAL. Varella conclui que a saúde precisa de dinheiro, gerenciamento e decisões políticas acertadas.

(Extraído do Jornal do Conselho Federal de Medicina Ano XXIX, nº 228, Janeiro/2004, pág.8 e9)


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        A cada ano que passa, o mundo entra em contato com descobertas científicas, novos tratamentos, lançamentos e retirada do mercado de vários remédios e mudanças nos critérios diagnósticos das doenças. Tudo o que é descoberto, novidade ou lançamento fruto dos trabalhos científicos, nos passam a idéia de que, necessariamente, todas essas ações tem o intuito único de melhorar a saúde e a qualidade de vida da humanidade.

     Será mesmo que todo esse movimento tem o objetivo exclusivo de proporcionar o bem de todos?

     Será que há algum interesse comercial nisso tudo?

     Devemos manter um olhar crítico a toda informação relativa a saúde, sobretudo àquelas vinculadas na mídia em geral. Não é difícil vermos reportagens relativas ao comportamento humano, onde traços de personalidade comuns ganham status de doença. Um bom exemplo seria a Timidez, pois tal característica de milhões de pessoas já foi extensamente explorada e divulgada com exemplos de indivíduos seriamente comprometidos pela gravidade dos seus sintomas, trazendo a idéia de que TODOS os tímidos necessitam de tratamento para terem uma vida “normal”. Será que existe remédio para isso, ou será que o objetivo seria a de fazer a maior aproximação possível de um “jeito normal de ser” com verdadeiros transtornos mentais que causam graves prejuízos e são passíveis de tratamento? Se isso continuar, não estranharemos quando aparecer uma propaganda de remédio dizendo: Para você se tornar um grande vencedor, conquistador, ser promovido no emprego, conseguir todas as namoradas que quiser, tome o TIMIDOL 750mg e o céu será o seu limite...

     Há um contínuo movimento para a padronização do comportamento e estética do ser humano, pois qualquer de fugir ao padrão contemporâneo torna-se um ser errante e que precisa ser “enquadrado”. Portanto, olho vivo nas reportagens de televisão, revistas, internet quando o assunto é saúde em geral, devendo sempre procurar um especialista para esclarecer as dúvidas. Lembre-se que nem toda tristeza é depressão, nem toda criança levada tem TDAH, nem toda pessoa muito organizada tem TOC, nem todo o esquecimento é Alzheimer, nem todo sonhador é louco... etc, etc e etc...


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                O efeito terapêutico do lítio em episódios de mania foi descoberto por Cade em 1949 em um hospital australiano e confirmado por estudo controlado em 1954 (Schouet al.,1954). Em contraste com o observado na história de outros psicofármacos, ao longo de todos esses anos o lítio se manteve como tratamento de primeira linha no Transtorno Bipolar do Humor (Malhi, et al. 2012) e como padrão ouro nos ensaios clínicos de novos tratamentos. Além disso, o lítio tem sido usado como potencializador de antidepressivos e neurolépticos (depressão e esquizofrenia resistentes respectivamentes) Crossley e Bauer (2007),u no controle dos impulsos, como medicação "anti-suicídio" (com uso regular por aproximadamente 2 anos) (Ciprianieti al., 2005; Baldessarinieti al.,2006) e por ter propriedades neuroprotetoras (Nunes et al., 2007).  O conjunto de evidências que sustenta seu uso como manutenção ainda é maior do que as outras drogas que foram surgindo ao longo do tempo (Hirschowitzet al., 2010).

                O lítio é um cátion simples, monovalente, presente em pequena quantidade no organismo humano (0,1 a 0,2 mEq/L ).Dessa forma, não está indicada a dosagem sanguínea do lítio em pacientes que não tomam o lítio, pois aqueles valores de referência impressos no exame são dosagens de quem toma o lítio como remédio.

 Sua concentração intracelular é menos que a do meio externo e este gradiente é mantido principalmente pelo cotransportador de sódio-lítio, embora seu transporte através da membrana celular também se dê por outros mecanismos, como difusão passiva, por canais Na+ voltagem-dependentes, e mediado pela bomba Na+/K+ ATPase. O lítio modula o equilíbrio entre os efeitos excitatórios e inibitórios de vários neurotransmissores, por exemplo, serotonina, noradrenalina, glutamato, GABA e dopamina. Ainda tem capacidade de promover neuroplasticidade neural por meio de seus efeitos do glicogênio sintasequinase-3β, na cinase dependente de CAMP e na proteinoquinase C.

                 No padrão habitual de uso, o lítio é iniciado em doses de 600mg ou 900mg/dia em média e dosado em aproximadamente uma semana; a dose é então ajustada com aumentos de 300mg a cada semana, até atingir nível sérico entre 0.8 e 1.5 mEq/L (em quadros agudos) e 0,7 a 1,0mEq/L para manutenção, com uma faixa de 600 a 3000mg/dia. Esta estratégia pode demorar a atingir eficácia clínica, sendo muitas vezes necessário o uso de coadjuvantes terapêuticos como os benzodiazepínicos (calmantes) e os neurolépticos. Tal padrão de administração dos fármacos não é rígido, e deve se adequar ás necessidades de cada paciente. Não tratamos resultados de exames, e sim, a pessoa com suas peculiaridades.

                Como dito anteriormente sobre o efeito neuroprotetor do lítio, essa particularidade passou a despertar grande interesse sobre os efeitos terapêuticos do fármaco nas doenças cérebro vasculares degenerativas. Como exemplo, citamos a doença de Alzheimer, que até o momento não possui tratamento aprovado que modifique o curso da doença (Salomone et al.,2012). Já há o estudo de Forlenza et al., (2011) que tem usado uma litemia de 0,25 a 0,5mEq/L e aproveitando toda a experiência de uso do lítio acumulada durante décadas.

                A prática do nivelamento sanguíneo do lítio não é à toa. Ele possui uma dosagem terapêutica muito próxima da dose tóxica, exigindo um monitoramento fino da quantidade tomada. Isso quer dizer que se o fármaco for ingerido em altas doses, pode ser muito perigoso e até fatal para o paciente. Mesmo assim, com as medidas preventivas e o uso correto, a administração do lítio é bastante segura.

                Alguns efeitos colaterais mais comuns são tremor fino nas extremidades, diarreia, náuseas, ganho de peso, dores abdominais, sonolência, distúrbio da tireoide, poliúria, acne, queda de cabelo, alterações benignas no ECG.. A maioria deles é transitória ou de fácil manejo clínico. Quando a diarreia não passa, os tremores são grosseiros, há confusão mental e disartria, o paciente pode estar apresentando sinais de toxicidade e deverá interromper o uso do lítio e, ainda, informar um médico imediatamente. Outra complicação, é a gravidez, onde o lítio está associado a algumas má formações no feto, sobretudo as alterações fetais cardíacas (Cohen et al., 1994, Giles e Bannigan, 2006).

                Todo o texto tem o objetivo de trazer informações gerais sobre esse psicofármaco tão interessante. Para aqueles que usam o remédio, mantenham-se bem informados e inteirados sobre o uso com seu médico.

               

O texto foi baseado em:

1) Schatzberg, Alan F. Manual de psicofarmacologia clínica – 6 ª ed. Porto Alegre, Artmed, 2009

2) Revista Brasileira de Medicina, volume 69, Agosto de 2012

     Texto de: Chei Tung Teng e Tania Yumi Takakura (Lítio nos transtornos neuropsiquiátricos: atualização pragmática aplicada à clínica diária).          

 

                 

 

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